Tecnologia

Supercomputador Titan opera com mais de 18 mil GPU's nVidia

O supercomputador Titan, construído pelo Laboratório Nacional de Oak Ridge, localizado no Tennessee/ Estados Unidos, deverá se tornar o mais rápido do mundo e, com isso, criar novas oportunidades para a exploração de alguns dos principais desafios científicos da atualidade. Com o suporte da eficiência no uso de energia e do custo benefício da GPU (Unidade de Processamento Gráfico) NVIDIA Tesla K20, o Titan é 10 vezes mais rápido e cinco vezes mais eficiente do ponto de vista energético do que seu predecessor, o sistema Jaguar de 2,3 petaflops, sem ocupar mais espaço. 
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O Titan voltará a chamar a atenção de todos durante o mês de novembro, quando será anunciada a nova lista dos Top500 supercomputadores do mundo (http://www.top500.org). Na relação atual, o Brasil é representado pelo Grifo4, supercomputador da Petrobras, que figura na 68ª posição na lista mundial e como 1º na América Latina e que, assim como o Titan, também utiliza GPUs NVIDIA Tesla. 

O pico de performance do Titan chega a mais de 20 petaflops (ou 20 quatrilhões de operações de ponto flutuante por segundo) sendo aproximadamente 90% oriundos dos 18.688 aceleradores de GPU NVIDIA® Tesla K20. Estes são baseados na arquitetura NVIDIA Kepler, a arquitetura de computação mais rápida, eficiente e com a maior performance já construída. Caso o Oak Ridge tivesse atualizado o Jaguar através da simples expansão de sua arquitetura baseada em CPU, o sistema teria mais de quatro vezes seu tamanho atual e consumiria mais de 30 megawatts de energia. 

Pesquisadores usam supercomputadores cada vez mais rápidos para acelerar o ritmo de descobertas e inovações de uma gama de campos científicos de pesquisa, desde o desenvolvimento de motores mais eficientes e de baterias mais leves e com maior capacidade até o estudo de mudanças climáticas e do descobrimento de curas para doenças. O Titan é um marco no caminho para a computação exascale, que ambiciona a criação de um supercomputador com 1.000 petaflops. 
O fato do Titan ser baseado em GPUs Tesla permite que o Oak Ridge execute aplicações de extrema complexidade em escala e reafirma o uso de computação acelerada como solução para nossos problemas científicos mais urgentes, afirma Steve Scott, diretor de tecnologia da Divisão de Computação Acelerada por GPU da NVIDIA. Simplesmente não se consegue tais níveis de performance, custo benefício e potência com arquiteturas convencionais baseadas em CPU, complementa o executivo.
Ciência e tecnologia sempre foram nossa
principal meta, e uma ferramenta inovadora como o Titan permitirá que pesquisadores do mundo inteiro se utilizem de computação acelerada por GPU para chegar a descobertas inigualáveis, diz Jeff Nichols, diretor associado de laboratório para computação e ciências computacionais do Oak Ridge National Laboratory. Os novos aceleradores de GPU Tesla oferecem a performance e a eficiência no uso de energia que permitem ao Titan chegar a níveis de performance sem precedentes e sem consumir energia equivalente a de uma pequena cidade.
O Titan é operado pelo Oak Ridge National Laboratory, parte da rede de laboratórios de pesquisa do Departamento de Energia dos EUA, como um sistema de ciência aberta. Isso quer dizer que o meio acadêmico, laboratórios do governo e uma vasta gama de indústrias poderão utilizá-lo para modelar fenômenos físicos e biológicos e ainda buscar descobertas de maneira mais rápida do que seria possível apenas pela experimentação.
O desenvolvimento do Titan começou há três anos, quando a Oak Ridge decidiu melhorar o Jaguar, o líder anterior de sistemas de ciência aberta e antigo supercomputador mais potente do mundo. A atualização adicionou os aceleradores de GPU Tesla K20, substituindo os módulos de computação para transformar os 200 gabinetes do sistema em um supercomputador Cray XK7, e 710 terabytes de memória.
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Sobre as GPUs Tesla da NVIDIA

As GPUs Tesla da NVIDIA são aceleradores maciçamente paralelos baseados na plataforma de computação paralela e no modelo de programação NVIDIA CUDA®. As GPUs Tesla são desenvolvidas desde o início com foco em eficiência no uso de energia, computação de alta performance, ciência computacional e supercomputação, fornecendo aceleração drasticamente superior para diversas aplicações científicas e comerciais, em comparação com uma abordagem somente de CPU.



Data: 05/11/2012


Torneio brasileiro de 'League of Legends' dará R$ 19 mil em prêmios

'Go4LoL' terá qualificatórias semanais e final mensal.
Melhores colocados ganham pontos e R$ 1 mil na final do mês.

 

'League of Legends' (Foto: Divulgação) 
'League of Legends' (Foto: Divulgação)
A Riot Games, desenvolvedora do game de sucesso nos PCs "League of Legends", e a Electronic Sports League (ESL) anunciaram um campeonato brasileiro do game de ação on-line (Multiplayer Online Battle-Arena ou MOBA) que dará até R$ 19 mil em prêmios.

Chamado de "Go4LoL", o torneio terá uma etapa qualificatória semanal que ocorrerá aos domingos que, segundo a Riot, terá quantidade ilimitada de participantes. Haverá uma final todos os meses com as oito melhores equipes do período que dará R$ 1 mil para o time vencedor.

As equipes com melhor colocação ganharão pontos para formar um ranking: o 1º lugar receberá 100 pontos; o 2º, 60 pontos; o 3º 40 pontos; o 4º, 25 pontos; e do 5º ao 8º lugar, 10 pontos. A equipe primeira colocada receberá ainda R$ 500.
O site oficial de "League of Legends" (clique aqui para acessar) traz mais informações sobre o torneio.


Fonte: http://g1.globo.com/tecnologia/
Data: 31/10/2012


Google anuncia tablet Nexus com tela de 10 polegadas

Nexus 10 roda o sistema operacional Android 'Jelly Bean'.
Aparelho será vendido nos EUA por a partir de US$ 400.



Google anunciou Nexus de 10 polegadas, novo tablet de 10 polegadas e smartphone de 4,7 (Foto: Divulgação) 
Google anuncia Nexus de 10 polegadas, novo
tablet de 7 polegadas e smartphone de 4,7
(Foto: Divulgação)

O Google anunciou nesta segunda-feira (29) um tablet de 10,1 polegadas com Android fabricado pela Samsung. Chamado Nexus 10, o aparelho é equipado com processador de dois núcleos de 1.7GHz com 2 GB de memória RAM, e conta com uma tela com resolução de 2560×1600 pixels.

O Nexus 10 tem apenas conexão à internet Wi-Fi e pesa 603 gramas. O tablet roda ainda o sistema operacional Android 4.2, apelidado "Jelly Bean", e conta com câmeras frontal de 1,9 megapixels (MP) e traseira de 5 MP.

Conforme o blog oficial do Google, o aparelho de 16 GB será vendido por US$ 400, e o de 32 GB custará US$ 500. O tablet chegará aos Estados Unidos, Reino Unido, Austrália, França, Alemanha, Espanha, Canadá e Japão em 13 de novembro.

A companhia anunciou ainda uma nova versão do seu tablet Nexus 7, com conexão à rede 3G e memória de 32 GB. O novo modelo do tablet de 7 polegadas chegará aos Estados Unidos em 13 de novembro por US$ 300. O Nexus 7 e 10 ainda não têm previsão de chegar ao Brasil, segundo a assesoria de imprensa da Samsung.
Novo smartphone

No anúncio desta segunda (29), o Google também apresentou um smartphone com Android fabricando pela LG. O Nexus 4 tem processador de quatro núcleos e tela de 4,7 polegadas. O aparelho conta com carregador sem fio e roda o sistema operacional Android 4.2.

O smartphone vem ainda com um recurso de câmera chamado Photo Sphere, que permite criar imagens em 360 graus. O aparelho custará US$ 300, com 8 GB, e US$ 350, com 16 GB, e chegará aos Estados Unidos, Reino Unido, Austrália, França, Alemanha, Espanha e Canadá em 13 de novembro.
Fonte: http://g1.globo.com/tecnologia/
Data: 29/10/2012
  

AMD e Intel se unem para pesquisas de segurança cibernética

Outras grandes empresas também fazem parte deste grupo que visa atuar em conjunto com o governo.

AMD e Intel se unem para pesquisas de segurança cibernética 
(Fonte da imagem: Reprodução/Engadget)

Na última quarta-feira (24), em documento oficial, as gigantes AMD, Intel, Lockheed Martin, Honeywell e RSA/EMC anunciaram a criação da Cyber Security Research Alliance (CSRA) ou, em português, Aliança de Pesquisa em Segurança Cibernética.

Segundo a informação do site SecurityWeek, este consórcio é privado, sem fins lucrativos e tem como objetivo principal abordar problemas complexos em segurança na internet. Esse grupo pretende trabalhar em parceria com grupos governamentais de pesquisa e aproveitar produtos que já existem.

De início, o CSRA está em contato com o NIST (Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia) para preparar um simpósio de segurança cibernética para conectar pesquisadores e interessados da área privada, acadêmica e governamental.

Este evento deve acontecer já no início do próximo ano. Apena para efeitos de curiosidade, uma empresa que queira se afiliar ao grupo deve investir US$ 15 mil por ano. Torçamos para que esses investimentos resultem em grandes projetos.

Fonte: http://www.tecmundo.com.br

Data: 27/10/12

Fita cassete pode voltar e substituir o HD em armazenamento de dados

Acessório nostálgico é testado em miniatura e pode guardar até 35 TB.


Fita cassete pode voltar e substituir o HD em armazenamento de dados 
(Fonte da imagem: Reprodução/Collection Discovery)

Quem viveu em meio às “avançadas” tecnologias da década de 1980 e 1990 certamente ouviu música a partir de uma fita cassete, uma das mídias mais clássicas de todos os tempos. Agora, anos depois de serem substituídas, elas podem ter uma sobrevida – e ser um dos melhores equipamentos na área de armazenamento de dados.

Pesquisadores da IBM e da Fujifilm já estão construindo protótipos de fitas que podem substituir o HD e armazenar até 35 TB em um cartucho de 10 x 10 x 2 centímetros. O alvo, entretanto, não é o consumidor casual, mas servidores que recebem uma alta quantidade de dados.
Como ainda está em fase de testes, o primeiro grande trabalho do “novo velho” equipamento será registrar o conteúdo colhido pelo maior telescópio via rádio do mundo, cujas antenas começam a operar em 2024.

Fora o baixo custo de produção em relação aos discos rígidos convencionais, o uso de fitas para guardar dados ainda faz com que o consumo de energia seja baixo – até 200 vezes menor, já que o aparelho não faz nenhum tipo de movimento enquanto dados não são armazenados.

Data: 22/10/2012

 

Você já pode encomendar o seu robô gigante personalizado

Indústria que criou a máquina já teve mais de três mil pedidos confirmados em pouco mais de um mês. Preço do robô pode chegar a R$ 4,15 milhões!
 
Você já pode encomendar o seu robô gigante personalizadoAmpliar (Fonte da imagem: Reprodução/Suidobashi Heavy Industry)

Em julho, a Suidobashi Heavy Industry revelou ao mundo o Kuratas, um robô de 3,94 metros de altura e 4,4 toneladas que poderá se tornar o “brinquedo” de muitas crianças e nerds — obviamente para aqueles que tiverem um fundo bancário suficiente para pagar por ele.

O site da fabricante foi atualizado e já oferece uma seção na qual você pode personalizar o seu robô e encomendar a sua produção. Em entrevista para o site NicoNico, Kogoro Kurata, o criador da máquina, disse que em pouco mais de um mês já foram confirmados mais de três mil pedidos.

Como anunciado em sua primeira aparição, o preço do Kuratas se inicia em US$ 1,35 milhão (R$ 2,74 milhões). Contudo, com a possibilidade de incrementar o seu androide com canhões que lançam garrafas de água, garras de aço, escudo de carbono, unidade de rádio, sistema de controle remoto, suporte para copos, compatibilidade com comandos via iPhone e decoração do cockpit, esse valor pode subir para até US$ 2,051 milhões (R$ 4,15 milhões).

O Kuratas tem 30 juntas hidráulicas, as quais são responsáveis pela movimentação completa de seus braços, pernas e torso. A sua versão atual utiliza quatro rodas para se movimentar, porém seus desenvolvedores pretendem substituir esse sistema por meios que permitam que o produto ande por qualquer tipo de terreno.

Fonte: tecmundo.com.br

Data: 22/10/2012

Conheça os gigantes data centers da Google em um tour virtual
Companhia "abre as portas" para que as pessoas conheçam as enormes instalações.




A Google decidiu apresentar para o mundo, com muitos detalhes, como são os seus centros de dados.

Assim, a empresa disponibilizou um tour virtual com impressionantes imagens e até mesmo uma navegação ao estilo “Street View”.

A galeria de imagens chamada de “Onde mora a internet” pode ser visualizada através de imagens separadas de acordo com cada data center, apenas as fotos internas das instalações, as pessoas que trabalham por lá ou visões externas das locações da Google.

Além disso, cada imagem apresenta uma legenda com informações úteis sobre o que acontece no verdadeiro coração da era digital atual.

A versão Street View é apenas do centro de Lenoir, que fica no estado da Carolina do Norte, na região sudeste dos EUA. A navegação é muito interessante e permite que você transite livremente pelo data center.

Clique aqui e confira o projeto completo realizado pela Google.


Data: 18/10/2012

 

Pirate Bay: site na nuvem para evitar surpresas

O conhecido site de Torrents The Pirate Bay fez uma importante mudança em sua infraestrutura: O portal mudou toda sua operação para servidores na nuvem. A partir de agora os hospedeiros do The Pirate Bay estão espalhados através do mundo. Esta mudança vai cortar custos, assegurar melhores velocidades, fazer o site virtualmente invulnerável à batidas policias e tudo isto enquanto mantém os dados dos usuários seguros.

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O site comentou ao Torrentfreak.com: "Mover para a nuvem deixa o The Pirate Bay se movimentar de país a país, atravessar fronteiras sem perda de estabilidade. Todos os servidores não têm que estar hospedados no mesmo provedor ou até no mesmo continente."

Por mais que grande parte dos servidores antigos já esteja obsoleta, nem tudo foi movido para a nuvem. Certos instrumentos que ajudam o site a esconder a localização e segurar a privacidade de seus usuários ainda estão em poder de seus administradores.

"A comunicação entre o sistema e os servidores virtuais é encriptada, então mesmo que um provedor descobre que ele está rodando o The Pirate Bay, eles não podem olhar o conteúdo ou os endereços IP"

Todas estas medidas tentam evitar surpresas para o site:

"Se a polícia decidir nos abordar novamente tudo que eles vão achar é um transit router. Se eles seguirem o rastro para o próximo país e acharem nosso load balancer, ele somente será um servidor sem disco. No caso de descobrirem a localização dos servidores na nuvem só verão imagens de disco encriptadas".

"Eles devem ser rápidos também. Se os servidores ficarem sem comunicação com o load balancer por 8 horas, eles automaticamente serão desligados. Quando for ligado novamente o servidor só dará acesso aqueles com a senha encriptada".

Para os usuários do The Pirate Bay não haverá muita mudança. Talvez uma pequena mudança na estabilidade.
Fonte: gamevicio.com.br
Data: 18/10/2012

Como a internet passa de um continente para o outro?

Que satélites que nada. No planeta Terra, a internet viaja mesmo é por gigantescos cabos submarinos.


Quando você está se matando em uma partida deathmatch contra um clã russo de Combat Arms e, em um momento decisivo da partida, aquele pequeno lag acaba atrapalhando a sua vitória, você já sabe qual deve ser o próximo passo: xingar, gritar e praguejar loucamente contra o mundo da internet e essa maldita conexão.
Contudo, às vezes também é bom pensarmos em como a união entre os mundos real e virtual é incrível. Sim, pois é graças às enormes estruturas de comunicação criadas mundo afora que você consegue disputar essas partidas, conversar com seus amigos no Japão ou negociar produtos com aquela empresa norte-americana.
E, ao contrário do que muita gente imagina, as informações da internet não são transmitidas somente por satélites que orbitam a Terra, mas por uma gigantesca rede de backbones submarinos que cruza os oceanos de nosso planeta.

As autoestradas da internet

Antes de entender como funcionam os cabos transoceânicos é preciso saber o que são os backbones. Trocando em miúdos (e utilizando o significado da palavra em inglês), podemos dizer que eles são a espinha dorsal de praticamente todas as trocas de informações dentro do mundo virtual.
Como a internet passa de um continente para o outro?Backbones submarinos distribuídos pelo planeta Terra (Fonte da imagem: Reprodução/Submarine Cable Map)
Quando você envia uma mensagem para algum amigo seu, por exemplo, esta sai do seu computador, passa pelo modem e é entregue ao seu provedor de internet. Em seguida, essa empresa “despeja” os dados em uma rede de conexões capaz de levar tudo isso até um backbone.
Este, por sua vez, funciona como uma estrada principal, uma grande avenida de fibra óptica, que trabalha levando as informações de forma rápida até uma nova rede de dados – fazendo, assim, com que a sua mensagem chegue ao destino da forma mais veloz possível.

Conexão ultrarrápida

Hoje em dia os backbones não só cruzam vários países, como também interligam seis dos sete continentes da Terra – somente a Antártica ainda não conta com uma ligação do tipo. Esses cabos atravessam os mares de todo o planeta e fazem com que a troca de informações entre os mais longínquos países seja rápida e (quase sempre) eficiente.
São milhares de quilômetros de fibra óptica – que respondem por cerca de 99% das conexões do nosso planeta. Estes cabos submarinos contam com uma capacidade total de troca de dados tão incrível que, se utilizada de uma vez só, já ultrapassaria os 7 terabytes por segundo.
Com isso, é possível percebermos que somente 1% da internet é coberta pelos satélites, uma vez que eles apresentam uma conexão bem mais lenta. Dessa forma, eles acabam trabalhando somente como uma espécie de “plano B”, uma garantia para o caso de algum acidente com os cabos acontecer.
Como a internet passa de um continente para o outro?O maior backbone submarino do planeta (Fonte da imagem: Reprodução/Submarine Cable Map)
Graças a essa eficiência, os backbones marinhos crescem cada vez mais. Atualmente, o maior cabo de todos é o SeaMeWe 3. Ele conecta nada menos do que 32 países, saindo da Alemanha e chegando até a cidade de Keoje, na Coreia do Sul. No total, o cabo tem aproximadamente 39 mil quilômetros de comprimento e cerca de 40 pontos diferentes de conexão.
Apesar de enorme, este é só mais um dentro do grande universo de backbones submarinos espalhados pelo planeta Terra. Hoje, pode-se dizer que existem cerca de 190 cabos deste tipo em operação (ou sendo construídos) no fundo dos nossos oceanos.

Do que são feitos?

Quando falamos que os backbones submarinos trazem uma conexão ultrarrápida graças à fibra óptica, é necessário analisarmos também toda a tecnologia que envolve tais equipamentos. Isso porque eles devem apresentar estabilidade, rapidez e segurança em cada parte dessas gigantescas linhas de conexão.
É aí que a construção dos cabos entra em jogo. Os utilizados atualmente apresentam cerca de 7 centímetros de diâmetro e vários tipos de escudos. Assim, se você puder “descascar” um destes cabos, encontrará nada menos do que oito camadas dos mais diferentes materiais.
Como a internet passa de um continente para o outro?Reprodução gráfica de um cabo submarino (Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia Commons)
Olhando-os de fora para dentro, você pode encontrar uma primeira camada de polietileno, produto que serve como uma espécie de casca, uma grande proteção para todo o “recheio” que vem a seguir.
A camada número dois é feita de um material chamado Mylar, um filme de proteção extremamente resistente e muito utilizado em conexões eletrônicas, como em áudio e vídeo. Já na terceira há fios de aço trançados, algo que permite uma mobilidade firme e segura para os cabos.
Partindo para a quarta camada você pode encontrar um tipo de alumínio que protege as fibras ópticas da água. Na camada seguinte, a quinta, há o policarbonato, material que também trabalha como um isolante para evitar que a água penetre o backbone.
Na sexta parte da construção destes cabos existe uma espécie de invólucro, um tubo de cobre (ou alumínio) que dá firmeza e solidez ao backbone. Já na penúltima camada há pasta de petróleo, algo que conserva e dá certo “conforto” à oitava e principal parte do cabeamento: a fibra óptica.
Como a internet passa de um continente para o outro?Cabos precisam ser resistentes (Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia Commons)
Tudo isso faz com que apenas 1 metro destes backbones chegue a pesar impressionantes 10 quilos. E, como dito acima, apesar de tanta proteção, ainda podem ocorrer acidentes. Recentemente, boa parte do continente africano ficou sem internet após um navio descer a sua âncora bem em cima de um backbone submarino, por exemplo.
Além disso, movimentações imprevisíveis do solo e interferências de animais, como mordidas de tubarões e outros peixes agressivos, podem fazer com que a transmissão sofra problemas, exigindo que as empresas tenham que realizar consertos emergenciais.
Por isso, os backbones contam com outras partes essenciais para o seu funcionamento, como sensores de atividade e retransmissores de sinal. Enquanto os primeiros ajudam os técnicos a perceberem se está tudo em ordem, os segundos fazem com que a “força” do envio de dados ganhe um novo embalo até que as enormes distâncias sejam percorridas. Dessa forma, a cada 100 quilômetros de cabos (em média), há um ponto de retransmissão para dar esse empurrãozinho às informações.

Como são instalados?

A instalação dos backbones submarinos é feita de maneira diferenciada. Obviamente, o contato humano é bastante limitado devido às dificuldades que o ambiente oferece. Por isso, a primeira etapa do trabalho é realizar uma cuidadosa avaliação dos locais que receberão os cabos. O caminho deve ser o mais plano possível, não contando com fendas, oscilações de terreno ou possibilidades de tremores que possam influenciar de maneira negativa na qualidade do sinal.
Como a internet passa de um continente para o outro?Instalação dos cabos submarinos (Fonte da imagem: Reprodução/Hardware)
Trajeto estudado, o próximo passo é partir para a instalação dos backbones. Tudo acontece basicamente em duas frentes distintas. Enquanto um navio especializado navega vagarosamente despejando os metros de cabos, um robô-submarino os posiciona no leito dos mares, realizando uma pequena escavação e os instalando em uma espécie de trilha.

Bônus: mais de 100 anos cruzando os mares da Terra

Apesar de toda a tecnologia envolvida nesse tipo de conexão, saiba que os primeiros cabos submarinos foram instalados há mais de 150 anos. Os primeiros surgiram ainda no século XIX e constituíam uma enorme malha de cabos de cobre que ligava os Estados Unidos e vários países europeus, conectando-os para que mensagens de telégrafo fossem enviadas.
Além disso, o Brasil também não ficava para trás e contava com alguns cabos submarinos. Em 1875, por exemplo, já havia uma rede que cobria várias cidades das regiões nordeste e sudeste, além de uma impressionante conexão com mais 8 mil quilômetros que ligava a cidade de Recife até uma estação de transmissão em Portugal.
Contudo, apesar dessa já razoável estrutura, no século XX tudo evoluiu de forma diferente, pois era preciso atender o crescimento do mercado de telefonia. Isso porque esse “novo” ramo não explorava tanto esse tipo de conexão, pois, neste caso, os satélites sempre se mostraram bastante eficientes.
Todavia, com a explosão da internet no final dos anos 80, os cabeamentos ligando continentes e lugares distantes voltaram com tudo — principalmente devido às incríveis velocidades de transmissão da fibra óptica. Hoje em dia, existem planos para aumentar ainda mais a velocidade de transmissão, uma vez que há novos cabos e fibras sendo desenvolvidos, além de serem cada vez maiores as distâncias cobertas pelos backbones e os intervalos entre um repetidor de sinal e outro.

Data: 15/10/2012

 

Apple deve apresentar iPad mini em evento em 23 de outubro, diz site

Segundo AllThingsD, evento seria apenas para convidados.
Suposto novo modelo do iPad teria tela de 7,85 polegadas.


Um dos cinco desenhos da embalagem ecológica do novo Windows 8 (Foto: Reprodução)Um dos cinco desenhos da embalagem ecológica
do novo Windows 8 (Foto: Reprodução)
A Microsoft anunciou nesta sexta-feira (12), os preços para atualização do Windows 8, na versão ‘Professional’ (Pro), nos Estados Unidos. O novo sistema operacional da empresa será lançado mundialmente no dia 26 de outubro.
Consumidores americanos já podem reservar a atualização para o Windows 8 Pro por US$ 70, em DVD ou por download, em revendas selecionadas como Amazon.com, Best Buy, Staples, Office Depot e na própria Microsoft Store, informou a empresa em seu blog.

Computadores com o Windows 8 pré-instalado também estarão em pré-venda nos EUA. Os modelos que estão à venda são dos fabricantes Acer, Asus, Dell, HP, Samsung e Sony.

Para quem esperar até o dia do lançamento, o Windows 8 Pro sairá mais barato (US$ 40) pelo site Windows.com. De acordo com a Microsoft, a atualização online do Windows 8 Pro tem suporte para 37 idiomas em 23 moedas. A promoção de upgrade do Windows 8 Pro, tanto via internet como nas lojas, vai até 31 de janeiro, de acordo com a empresa.

A empresa também divulgou, no Facebook, cinco diferentes modelos de embalagem para o Windows 8 vendido em caixa, ressaltando que o pacote é mais ecológico e 41% mais leve.

Pelo programa de atualização Windows Upgrade, consumidores que comprarem computadores com o Windows 7 até 31 de janeiro de 2013 poderão adquirir o Windows 8 Pro por US$ 15 nos Estados Unidos, a partir da data de lançamento, em 26 de outubro.

A Microsoft Brasil também vai oferecer o Windows 8 em pré-venda no Brasil, mas ainda não há uma data definida ate o momento, informou a empresa ao G1 nesta sexta-feira.

Embora a Microsoft tenha anunciado somente os valores de atualização do Windows 8 Pro, a varejista Newegg.com divulgou os preços de todas versões do Windows 8, conforme noticiou hoje o site ZDNet. Na loja on-line, a versão completa do Windows 8 é anunciada por US$ 100 e o Windows 8 Pro completo, por US$ 140. A Microsoft Brasil disse não ter informações a respeito.
Fonte: g1.globo.com/tecnologia
Data: 13/10/2012


 

Produtora de 'Call of Duty' inicia atividades no Brasil

Com Max Morais no comando, Activision abre escritório em São Paulo.
Jogos da empresa continuarão a ser distribuídos pela Neoplay.

Call of Duty: Black Ops II (Foto: Divulgação)'Call of Duty: Black Ops II' virá dublado em português na versão brasileira (Foto: Divulgação)

A produtora Activision, da série de games "Call of Duty", inaugurou oficialmente suas atividades no Brasil, com Max Morais, ex-Electronic Arts, sendo o responsável pela área de marketing e vendas da gigante no país.
"O trabalho da Activision no Brasil será no desenvolvimento de ações de marketing e ter ações focadas no nosso consumidor. Meu trabalho será sustentar a distribuições de jogos [no país]", disse Morais ao G1. "Quero desenvolver as adaptações do que acontece lá fora para o mercado brasileiro".
Max Morais é o responsável pela Activision no Brasil (Foto: Gustavo Petró/G1)Max Morais é o responsável pela Activision no
Brasil (Foto: Gustavo Petró/G1)
Ele afirma que, com a presença oficial da produtora de games no país, os jogadores terão uma atenção maior. "Conseguimos várias coisas que nunca tinham sido feitas para o mercado brasileiro como as edições de colecionador do novo 'Call of Duty'. Também teremos, no game, pela primeira vez na série, o áudio totalmente em português."
Na feira Brasil Game Show, que acontece em São Paulo, ele fez uma apresentação da empresa, revelando que o país receberá as edições de colecionador de "Call of Duty: Black Ops II". A Hardened Edition tem caixa especial, o mapa para partidas on-line Nuketown 2025, trilha sonora, extras por download e moedas colecionáveis, enquanto a Pro Edition tem headphone especial e outros itens extras. Os preços não foram divulgados.
Além de "Call of Duty", "Skylanders Giants" também tem previsão de vir no idioma, assim como títulos que serão lançados no futuro. "Os jogadores podem ficar tranquilos porque aqui ninguém quer regredir", disse o executivo.

Fonte: http://g1.globo.com/tecnologia

Data: 12/10/2012

 

Brasil é 4º maior consumidor mundial de games

Depois de enfrentar a pirataria e se profissionalizar nos últimos anos, o setor avança em ritmo acelerado, segundo a consultoria PwC.

A crise econômica internacional parece ter efeito limitado sobre os produtos de tecnologia. O desempenho do mercado brasileiro de videogames é um exemplo disso. Depois de enfrentar a pirataria e se profissionalizar nos últimos anos, o setor avança em ritmo acelerado. O Brasil já é o quarto maior consumidor de games do mundo.
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Um estudo da consultoria PwC aponta que esse mercado movimentou no Brasil US$ 420 milhões (aproximadamente R$ 850 milhões) em 2011 - e deve crescer a uma taxa anual composta de 8,8%, alcançando US$ 640 milhões (R$ 1,3 bilhão) em 2016.

Segundo uma pesquisa Ibope divulgada no início deste mês, de cada 100 brasileiros, 23 são usuários de algum tipo de jogo eletrônico. O cenário promissor chama a atenção de empresas estrangeiras - e aquelas que ainda não estão instaladas no País buscam parcerias nacionais.

"Em tempos difíceis nos Estados Unidos e na Europa, muitas companhias enxergam na América Latina, e em especial no Brasil, uma alternativa para continuar crescendo", diz Marcelo Tavares, diretor da feira Brasil Game Show que, a partir de amanhã (11) até o dia 14, reúne, em São Paulo, empresários de cerca de 20 países dispostos a fazer negócios aqui. O número de países quase dobrou com relação à última edição, no ano passado, e inclui gigantes como Sony, Microsoft, Nintendo e Warner.

Com o mercado nacional em expansão, é difícil encontrar uma empresa que não projete crescimento. Para 2012, a NC Games espera um faturamento de R$ 250 milhões no Brasil, quase o dobro do que faturou no ano passado. Para 2013, a meta é atingir uma receita de R$ 380 milhões.

Fundada há 18 anos em São Paulo, a empresa acompanhou a evolução do setor desde o tempo em que a pirataria e o contrabando deixavam pouco espaço para o varejo e hoje é a maior distribuidora de jogos para console na América Latina, representando boa parte das produtoras internacionais, como Ubisoft, Konami e Sega.

O fundador e diretor da NC Games, Claudio Macedo, atribui os bons resultados aos recentes investimentos feitos pela companhia em estrutura e logística, aliados à queda gradual do custo dos aparelhos de videogame no País. "Quanto mais consoles são vendidos, mais jogos a gente distribui", resume.

Sony e Nintendo

A Microsoft produz o Xbox no Brasil desde setembro de 2011. A empresa não divulga números, mas confirma que o efeito nas vendas foi extremamente positivo. "Todo o benefício foi repassado ao consumidor e isso trouxe competitividade em relação ao comércio informal", afirma o gerente geral de Xbox no Brasil, Guilherme Camargo. Embora as companhias ainda não tenham apresentado planos concretos, a expectativa do mercado é de que Sony e Nintendo sigam o mesmo caminho e lancem uma versão brasileira de seus consoles.

Os jogos acompanharam o movimento das fabricantes e também ficaram mais acessíveis. "Temos negociado uma redução do preço das licenças cobradas pelos games, para torná-los atrativos ao brasileiro", explica Claudio Macedo, da NC Games.

Um levantamento do instituto de pesquisa GfK indica que, entre janeiro e agosto de 2012, o preço médio dos jogos para console no varejo brasileiro foi R$ 99,2, quase 30% inferior que no mesmo período do ano passado. Com isso, a venda de jogos subiu 138%, para 3,1 milhões de unidades.

Parcerias estrangeiras

De acordo com o Ibope, o equipamento mais utilizado pelos jogadores de videogames no Brasil ainda é o console (67%). No entanto, a presença de plataformas online também é expressiva: 42% dos jogadores usam computadores, 16% jogam em telefones celulares e 1%, em tablets.

Impulsionado pela difusão da banda larga, a popularização dos aparelhos móveis e o crescimento das redes sociais, o mercado digital brasileiro segue a tendência já consolidada nos Estados Unidos e na Ásia, e amplia o espaço dos games online.

Sediada em Florianópolis, a Hoplon Infotainment está nesse segmento desde 2005 mas, em 2012, decidiu reestruturar seu modelo de negócios. Diversificou a área de desenvolvimento de conteúdo, criou um núcleo voltado para o público "mobile" e firmou uma parceria com a norte-americana Gamefirst para publicar jogos internacionais no Brasil, traduzidos e com servidor local.

"Dobramos o faturamento nas primeiras semanas após o início da parceria", conta o gerente de publicação da Hoplon, Guilherme Loureiro. A iniciativa deu tão certo que eles já buscam outros parceiros, principalmente na Ásia.

Benefício em cadeia

A trajetória ascendente do setor beneficia uma cadeia que vai além da produção e distribuição dos jogos. É o caso da empresa OneBip, do grupo italiano NEOMobile, que oferece serviços para pagamento de jogos, filmes e músicas via celular. Embora a plataforma seja usada para a comercialização de conteúdos diversos, o segmento de games representa boa parte das operações.

"Trabalhamos com mais de 500 parceiros no mundo, proporcionando pagamentos móveis em 70 países através de mais de 250 operadoras de celular", afirma o diretor do escritório da OneBip em São Paulo, o italiano Massimiliano Silenzi. "O Brasil é um mercado muito importante para nós e vemos um potencial de expansão enorme", diz.

Apesar de comemorar os bons resultados, os empresários do setor afirmam que o desempenho poderia ser ainda melhor não fosse um inimigo antigo e desafiador: o custo-Brasil. "O mercado só não explodiu ainda por causa da alta carga tributária", diz Moacyr Alves, presidente da Associação Comercial, Industrial e Cultural de Games.

Fonte: gamevicio.com.br
Data: 11/10/2012 

 

Mais de um terço da população mundial está conectado à internet

Informação é da União Internacional de Telecomunicações.
China responde por 23% de todos os internautas do mundo.



Justiça Eleitoral vai fiscalizar a propaganda eleitoral na internet também.  (Foto: Jakub Krechowicx/ SXC) 
(Foto: Jakub Krechowicx/ SXC)

Mais de um terço da população mundial está conectada à internet, indicou um relatório publicado nesta quinta-feira (11) pela União Internacional de Telecomunicações (UIT), uma agência das Nações Unidas.

"O desenvolvimento dos serviços de banda larga produziu um aumento de 11% do número de internautas no mundo em 2011", disse a UIT. No início de 2012, havia 2.300 milhões de internautas no mundo, o que representa mais de um terço da população mundial.

A UIT explicou que o número de pessoas com acesso à internet de alta velocidade com dispositivos móveis é o dobro do que os que navegam com uma conexão de alta velocidade com fio.

O relatório revela também que cada vez mais pessoas em todo o mundo têm acesso à internet a partir de casa. Entre 2010 e 2011, a percentagem de famílias com acesso à internet aumentou 14%. No final de 2011, um terço (600 milhões) dos 1.800 milhões de domicílios do planeta tinham acesso ao mundo da internet.

A China responde por 23% de todos os internautas do mundo, enquanto a participação dos países em desenvolvimento no total de usuários subiu de 44% em 2006 para 62% em 2011.

A ITU prevê que até 2015 cerca de 40% dos lares nos países em desenvolvimento vão ter acesso à internet e explica que o surgimento dos smartphones e tablets será fundamental para que o número de usuários aumente significativamente.

Fonte: g1.globo.com/tecnologia

Data: 11/10/2012

 

Vendas de PCs terão primeira queda em 11 anos, diz consultoria

Em 2012, vendas mundiais de PCs serão 1,2% inferiores, diz iSuppli.
Mercado ainda tem chance de recuperação com ultrabooks e Windows 8.

Em 2012, as vendas mundiais de computadores devem recuar 1,2% em relação ao volume registrado em 2011, enfrentando sua primeira queda anual em 11 anos, informou a consultoria IHS iSuppli nesta quarta-feira (10).
O volume de computadores vendidos este ano deve atingir 348,7 milhões de unidades - abaixo dos 352,8 milhões comercializados no ano passado.

Na avaliação da consultoria, além da demanda abaixo do esperado no período de volta às aulas, as principais fabricantes de microprocessadores, Intel e AMD, esperam estabilidade ou queda nas vendas para o terceiro trimestre. “O otimismo desapareceu e se transformou em dúvida” comentou Craig Stice, analista sênior da IHS, em comunicado. “Tudo isto está direcionando o mercado de PCs para seu primeiro declínio anual desde o estouro da bolha de internet em 2001.”

Na visão da consultoria, apesar da força dos mercados de smartphones e tablets, ainda há sinais de que uma forte recuperação das vendas de PCs ocorra em 2013. Entre as razões, a iSuppli destaca os ultrabooks e outros modelos de notebooks ultrafinos, bem como do lançamento do novo sistema operacional Windows 8, no dia 26 de outubro.

Fonte: g1.globo.com/tecnologiaData: 11/10/2012

 

Primeira arma Tesla do mundo é criada

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Balas? Projéteis? Nada disso: a arma montada pelo cientista Rob Flickenger dispara fortes descargas elétricas. No ano passado, depois de ler a história em quadrinhos The Five Fists of Science ("Os Cinco Punhos da Ciência"), em que o inventor Nikola Tesla combate o crime usando duas "bobinas de Tesla" (aparelhos que descarregam eletricidade no ar), Flickenger perguntou a si mesmo como poderia fazer algo parecido.
Com a ajuda de Rusty Oliver, do estúdio de arte industrial HazardFactory, começou a construir uma "arma" que ficasse tão legal quanto a que viu nos quadrinhos: criou um molde de argila com base em uma pistola de dardos de borracha, derreteu latas e ferro-velho e despejou o líquido no molde. E isso foi apenas o começo.
Flickenger havia assistido a aulas gratuitas do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts, EUA) sobre eletricidade de alta voltagem e já havia trabalhado com bobinas de Tesla. Ainda assim, criar uma versão portátil (e segura) foi desafiador.
A "Arma de Tesla"[b/]
Nesse projeto, Flickenger gastou cerca de $800 (em torno de R$ 1,6 mil) e 9 meses de trabalho. Materiais relativamente baratos foram aproveitados ao máximo: uma bateria de furadeira de 18 volts gera a corrente necessária, e, dentro da arma, um transformador de uma televisão antiga e circuitos adicionais aumentam a corrente e a jogam em um conjunto de capacitores, que armazenam a energia.
Quando a corrente atinge 20 mil volts, é forte o suficiente para saltar entre os dois filamentos de tungstênio dentro da arma ? o calor gerado é contido por uma peça de porcelana fabricada pelo próprio Flickenger, e um cooler de um computador velho ajuda a resfriar o aparelho.
A corrente passa pela bobina primária, induz uma corrente na secundária e cria um campo magnético que, por sua vez, induz um campo elétrico no anel de alumínio na ponta da arma. Ali, são gerados os raios elétricos, e o aparelho pode funcionar por até 30 minutos antes de precisar resfriar. "Quando está ligado, ele faz a sala cheirar a tempestade", conta o inventor.
Flickenger conecta a arma ao chão por meio de um fio, para evitar que a corrente não "escape" pela parte de alumínio e o acerte ? a eletricidade gerada é letal.
Embora a arma não possa ser usada para lutar contra o crime, Flickenger garante que ela faz muito sucesso em festas. 

Data: 10/10/2012

 

Para 'desovar' estoque, Nokia corta preço de smartphones Lumia no Brasil

Finlandesa prepara lançamento de novos Windows Phones por aqui
A Nokia se prepara para lançar seus primeiros Windows Phone 8 no Brasil e já cortou o preço dos modelos antigos de seus telefones por aqui - os descontos chegam a R$ 800.

Pela loja oficial da Nokia brasileira, é possível comprar os dispositivos da linha Lumia por valores bem abaixo do que era cobrado por eles.

O atual smartphone topo de linha da finlandesa, o Lumia 900, está R$ 400 mais barato: ele sai agora por R$ 1.399. Enquanto isso, o dispositivo intermediário, o Lumia 800, custa R$ 899 - R$ 800 menos do que a empresa cobrava.

Já o mais básico Windows Phone da Nokia vendido por aqui, o Lumia 710, custava R$ 999 e agora pode ser adquirido por R$ 699.

Os smartphones rodam o Windows Phone 7.5 e receberão atualização apenas para o WP7.8. O WP8, que será lançado no fim de outubro, não será compatível com modelos antigos de telefones.
Fonte: olhardigital.uol.com.br

Data: 10/10/2012


Steam vai criar política especial de preços para o Brasil

Valores de games podem ficar abaixo da conversão direta do dólar para real.
Steam vai criar política especial de preços para o Brasil (Fonte da imagem: Divulgação/Valve)
ATUALIZAÇÃO: O Steam divulgou oficialmente que o serviço UOL BoaCompra foi o escolhido pela Valve para intermediar as transações em real para o público brasileiro. Assim, além de pagamento por cartão de crédito, será possível comprar games por boleto bancário, transferência ou depósito. De acordo com Mark Richardson, diretor do Steam, a novidade vem em resposta aos pedidos dos fãs do Brasil.
Informações não confirmadas, reveladas pelo site Galyonkin, revelaram que o Steam pode estar preparando uma política de preços especiais para o Brasil. De acordo com o veículo, nosso país seria o próximo, após a Rússia, a contar com um pacote diferenciado de valores para incentivar as compras pelo serviço e fazer concorrência aos altos preços de títulos e consoles.
O que mais chama atenção é o fato de que a tabela de preços, se real, exibe valores menores do que a simples conversão do dólar para o real. Um título de US$ 49,99, por exemplo, que hoje sai por cerca de R$ 100, passaria a ser vendido por R$ 84,99. Confira a lista completa abaixo, que também inclui cotações para bundles e edições especiais:
Steam vai criar política especial de preços para o Brasil (Fonte da imagem: Reprodução/NeoGAF)
A Valve já estaria enviando e-mails para desenvolvedores e empresas parceiras, informando a todos sobre a mudança. A companhia afirma que a nova tabela de preços será exclusiva para o Brasil e, uma vez que o novo sistema entrar em vigor, não será possível colocar jogos à venda no Steam com valores em dólares. Da mesma forma, usuários de outros países não poderão adquirir títulos em nossa moeda.

Data: 09/10/2012


Novo processador da AMD permite que você jogue Call of Duty em seu tablet

AMD Z-60 traz chipset gráfico integrado e quer desbancar a Intel de seu reinado móvel.
Novo processador da AMD permite que você jogue Call of Duty em seu tabletAmpliar (Fonte da imagem: Reprodução/AMD)
Já não é segredo para ninguém que as empresas estão investindo forte para tornar os tablets tão poderosos e competitivos quanto os computadores e video games. A cada semana, uma companhia exibe um componente mais potente que mostra o caminho para o qual a indústria está caminhando. Desta vez, por exemplo, foi a vez da AMD surpreender todo mundo com o anúncio de sua nova linha de processadores para dispositivos móveis, a chamada Z-Series.
A principal estrela dessa nova categoria de produtos é o Z-60 — também chamado de Hondo —, um chip voltado principalmente para aparelhos equipados com Windows 8. Com seu processador dual-core de 1 GHz , ele pretende rivalizar não apenas com a popular Intel Atom, mas com todos os demais componentes para tablets na arquitetura ARM. Para isso, ele traz alguns detalhes bem interessantes.
O primeiro ponto é o fato de ele possuir um chipset gráfico Radeon HD 6250 integrado de 80 núcleos, o que faz com que ele seja ideal para dispositivos focados no público gamer. A confiança em sua potência é tanta que a AMD garante que é possível fazer um tablet com o novo sistema da Microsoft rodar Call of Duty: Modern Warfare 2 na resolução 1024x768 pixels a uma taxa de 30 quadros por segundo.
Novo processador da AMD permite que você jogue Call of Duty em seu tablet (Fonte da imagem: Reprodução/AMD)

Nem tudo é perfeito

Em termos comparativos, como aponta o site The Verge, o AMD Z-60 chega a alcançar um desempenho cinco a seis vezes maior do que o mais recente modelo Atom da Intel.
Por outro lado, todo esse poderio também tem seu lado negativo, principalmente quando falamos no consumo de energia que o componente oferece. Ainda que impressione em outros pontos, ele não consegue superar os componentes da concorrente nesse aspecto. Ao mesmo tempo em que ele oferece até seis horas de vídeos em HD, a Intel consegue repetir o mesmo feito em dez horas. O mesmo acontece para o tablet em modo de descanso. Enquanto o Z-60 consegue fazer com que o aparelho sobreviva por duas semanas, a rival consegue uma vantagem de mais sete dias de diferença.
No entanto, mesmo com isso, o novo processador da AMD ainda é uma das novidades mais aguardadas para este fim de ano. Embora sua data de lançamento não tenha sido definida, sabemos que ela ainda deve acontecer no final de 2012. Por isso, fique ligado porque o dispositivo deve aparecer a qualquer momento.

Data: 09/10/2012


 Google TV chega ao Brasil em novembro

Serviço será lançado em parceria com a Sony, por R$ 899.

Google TV chega ao Brasil em novembro (Fonte da imagem: Divulgação/Sony)
A Sony e o Google anunciaram o lançamento do primeiro aparelho para permitir acesso ao Google TV por meio de smart TVs em nosso país. O set top box, chamado de Internet Player Sony, chega ao Brasil em 1º de novembro e custará R$ 899.

Rodando o sistema operacional Android, o dispositivo permitirá que o usuário acesse conteúdos digitais e disponíveis pela internet, bem como assistir à programação normal, ao vivo, das redes de televisão. Todos os comandos são feitos pelo controle remoto, que conta com um trackpad de um lado e um teclado completo do outro.

Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/google-tv/31081-google-tv-chega-ao-brasil-em-novembro.htm#ixzz28ojwdJ2f

Data: 09/10/2012

 

Brasil é o quarto maior mercado de jogos do mundo

Tendência é que os números nacionais continuem a crescer cerca de 7% até 2016.
Brasil é o quarto maior mercado de jogos do mundo (Fonte da imagem: iStock)

R$ 840 milhões movimentados em 2011 e o quarto maior mercado mundial de jogos eletrônicos. Parece estranho para um país cujas mídias e políticas públicas ainda enxergam os games como ameaça ou itens de segunda grandeza. Mas são estes os números da consultoria PriceWaterhouseCoopers relacionados ao Brasil.

De acordo com a empresa, o mercado deve continuar crescendo cerca de 7,1% ao ano até 2016, quando chegará à marca de R$ 4 bilhões e terá mais uma grande guinada. Em números globais, o Brasil é a quinta indústria automotiva e a décima de cinema, mostrando que, apesar da baixa penetração, os games vão muito bem, obrigado.

Segundo números do Ibope, cerca de 23% dos brasileiros jogam, seja assiduamente ou ocasionalmente, em consoles, PCs, smartphones ou tablets. São 45,2 milhões de pessoas na crista da onda de reduções de preços, lançamentos simultâneos e traduções para o português.
São dados que animam as desenvolvedoras e influenciam cada vez mais investimentos por aqui.

De acordo com Bertrand Chaverot, diretor da Ubisoft Brasil, a empresa apresentou crescimento de 300% em 2012, enquanto a média global foi de 2,2%. A Capcom e a Activision também estão nessa leva, investindo cada vez mais no mercado nacional e trazendo games de forma sincronizada com os mercados americano e europeu.

O líder do mercado nacional ainda é o PlayStation 2, mas os consoles de última geração vêm ganhando cada vez mais espaço, a ponto das fabricantes já pensarem em lançamentos dedicados ao Brasil. E o dado mais interessante: a proporção entre homens e mulheres gamers é praticamente equivalente, com 53% deles e 47% delas em toda a população gamer do país.

Nesta semana, acontecem em São Paulo a Brasil Game Show 2012, um dos maiores eventos da América Latina, que conta com apoio oficial do BJ. E daqui para frente, a tendência é que tudo apenas cresça, para comemoração de todos.
Data: 08/10/2012

 

Delta Six: controle especial traz mais realidade a Call of Duty

O mesmo inventor do N-Control Avenger, o controle "mutante" do Xbox 360, David Kotkin, agora surge com uma novidade ainda mais alucinante: um controle especial para Call of Duty que simula, de maneira muito detalhada, o funcionamento de uma arma de verdade. Dessa forma, os jogadores passam a ter uma imersão ainda maior durante as partidas.



Equipado com acelerômetro, o controle Delta Six exige que o jogador precise movimentar de verdade a arma para disparar contra os adversários. Como se não bastasse, o gamer também precisa estar preparado para o repuxo simulado pelo controle ao atirar e, principalmente, para o processo de recarregar manualmente a arma quando as balas acabarem.

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Além disso, o controle possui detalhes que demonstram o nível de perfeccionismo buscado por Kotkin ao desenvolvê-lo. Um bom exemplo são os outros sensores espalhados pelo Delta Six. Por meio deles é possível, por exemplo, aproximar a visão ao encostar a sua bochecha com o corpo do controle, como se estivesse realmente observando a cena pela mira da arma de fogo.

Por enquanto, não há previsão de lançamento e nem detalhes mais específicos sobre a interação do Delta Six com outros games. Mas o preço final estimado é de US$ 89, ou seja, R$ 179. Para ter uma ideia melhor do funcionamento do novo controle, não deixe de assistir ao vídeo acima.
Fonte: http://www.gamevicio.com/
 

Data: 05/10/2012

   

Jogos de hoje em dia estão cada vez mais pertos da realidade com gráficos de altíssimos níveis

Project Cars Vs F1 2012 Vs Vida Real

Project C.A.R.S, o jogo de corrida que está sob responsabilidade da Slightly Mad Studios, os desenvolvedores do Need for Speed Shift e Shift 2, e promete um realismo que ainda não foi visto em jogos do mesmo gênero, com um sistema de iluminação e texturas a frente de seu tempo.

No video abaixo, pode-se notar como o jogo segue fiel a realidade, tanto no modelo do carro em si, quanto nos cenários.

  Fonte: http://www.gamevicio.com/

Data: 05/10/2012

 Empresa lança teclado ecológico feito de madeira

Acessório se conecta a tablets, notebooks e PCs por meio de Bluetooth.
Produto é vendido por 125 libras, cerca de R$ 409.

Empresa apresenta teclado ecológico feito de madeira (Foto: Divulgação) Empresa apresenta teclado ecológico feito de madeira (Foto: Divulgação)




Tentando criar acessórios de tecnologia que são ecológicos, com materiais que podem ser reaproveitados, uma empresa chamada Orée lançou no mercado um teclado feito de madeira. O produto custa 125 libras, cerca de R$ 409 (clique aqui para acessar site da empresa).
O time de três designers da companhia criou o teclado usando madeira de nogueiras e bordos - o cliente pode escolher o material - e criaram um teclado portátil que se conecta a tablets, notebooks e PCs pode meio de Bluetooth.
O processo de fabricação usa recursos artesanais e máquinas para desenhar as teclas. Por ser feito de madeira, a empresa afirma que o teclado pode ser reciclado facilmente.

Há um ano, o mundo se despedia de Steve Jobs

Responsável pela criação de aparelhos como o iPhone e o iPad, cofundador da Apple ainda possui grande influência sobre a indústria tecnológica.

Há exatamente um ano, no dia 5 de outubro de 2011, Steve Jobs, cofundador da Apple, deixava este mundo. Considerado um dos principais nomes da história da tecnologia, ele deixou sua marca na indústria dos produtos eletrônicos tanto pelos aparelhos que ajudou a desenvolver quanto pela sua personalidade marcante.
Entre as principais contribuições de Jobs está a criação de um dos primeiros computadores pessoais, o Apple I. A segunda geração do produto, batizada como Apple II, serve até hoje como uma referência obrigatória quando se fala do início da informática pessoal, devido ao grande impacto causado pela máquina durante a década de 80.
Em 1985, forçado a abandonar a empresa que ajudou a criar, ele se dedicou a empregar seus conhecimentos na companhia NeXT Computer, além de iniciar investimentos naquela que viria a se tornar uma gigante das animações tridimensionais: a Pixar. Apesar de já ser mundialmente reconhecido nessa época, os projetos que realmente marcaram sua vida só veriam a luz do dia após seu retorno à Apple, algo que ocorreu em 1996.

A Apple sem Jobs

Novamente à frente da empresa que ajudou a criar, Jobs foi determinante para a criação de aparelhos como o iPod, o iPhone e, mais recentemente, o iPad. Mais do que símbolos da evolução tecnológica, esses aparelhos se tornaram verdadeiros objetos de desejo para grande parte da população global e ajudaram a cultivar uma grande quantidade de fãs dedicados a comprar somente os produtos fabricados pela empresa.
Há um ano, o mundo se despedia de Steve Jobs [ilustração] (Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo — Nick Mancini)
Apesar de a companhia da Maçã continuar forte após a morte de seu cofundador, há quem sinta que a falta de sua influência já está surtindo efeitos negativos. Exemplo disso é o lançamento problemático do aplicativo de mapas do iOS 6, responsável por gerar muito descontentamento nos consumidores devido aos recursos incompletos apresentados pelo software — situação que, se estivesse vivo, Jobs nunca permitiria acontecer.

 



 

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